Santa Catarina debate prevenção de mortes maternas e infantis em seminário estadual em Florianópolis

Santa Catarina debate prevenção de mortes maternas e infantis em seminário estadual em Florianópolis

 

A Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina, por meio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive), realiza nesta quarta e quinta-feira (27 e 28), em Florianópolis, o IV Seminário Estadual de Vigilância do Óbito. O encontro reúne profissionais, gestores e equipes de saúde de diversas regiões do estado para discutir estratégias de prevenção de mortes maternas, infantis e fetais consideradas evitáveis.

 

O evento é voltado para profissionais da saúde que atuam na assistência à gestantes e crianças, além de integrantes de comitês de prevenção de óbitos e equipes de vigilância epidemiológica dos municípios catarinenses.

 

Durante o seminário, serão debatidos temas como:

  • qualificação da assistência materno-infantil;
  • investigação de óbitos;
  • melhoria dos registros de mortalidade;
  • fortalecimento da rede de atenção à saúde;
  • prevenção de mortes evitáveis em Santa Catarina.

Segundo a gerente de Análises Epidemiológicas e Doenças e Agravos Não Transmissíveis da Dive, Aline Arceno, a vigilância do óbito é fundamental para identificar falhas na assistência e melhorar as políticas públicas de saúde.

 

“Cada informação analisada representa uma oportunidade de prevenir novas perdas e fortalecer o cuidado à população”, destacou.

 

A programação também inclui o lançamento de um e-book com experiências exitosas de municípios catarinenses na área da vigilância do óbito e atenção materno-infantil.

Outro destaque será a apresentação dos primeiros resultados da implantação da Vigilância do Near Miss Materno em Santa Catarina, estratégia que monitora casos graves durante gestação, parto e puerpério que colocaram mulheres em risco iminente de morte.

 

Além dos debates técnicos, o seminário promove troca de experiências entre municípios e reforça a integração entre vigilância epidemiológica e assistência à saúde, buscando aprimorar o atendimento e reduzir mortes maternas, infantis e fetais no estado.

 

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