A Comissão de Saúde voltou a discutir na noite desta segunda-feira, em reunião com convidados no plenário da Câmara, a construção de escolas especializadas e os serviços de saúde prestados a crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) em Joinville.
Os vereadores do colegiado tratam do tema desde abril do ano passado, com especial interesse na abertura de quatro unidades educacionais, especialmente para os casos de maior complexidade.
Mais uma vez, o presidente da comissão, vereador Ascendino Batista (PSD) cobrou da Secretaria Municipal de Educação informações sobre eventuais terrenos destinados ao projeto, se há planejamento para a criação de escolas especializadas, além do número de professores auxiliares e de alunos com TEA na rede pública municipal.
A secretaria confirmou que já foram iniciados estudos de viabilidade de construção das escolas em quatro terrenos do município.
Hoje Joinville tem 5.947 alunos com com autismo e outras deficiências ou transtornos intelectuais.
Destes, 390 são autistas de suporte 3, o mais complexo, e precisam de atendimento exclusivo de professores ou auxiliares. Somando-se os alunos com outras deficiências, o município dá assistência exclusiva a 752 alunos.
Além dos representantes das secretarias municipais envolvidas com o tema, participaram do debate representantes da Defensoria Pública – Núcleo Regional de Joinville, do Instituto Joinville Te Acolhe, do Complexo de Saúde Pequeno Cotolengo Joinvilense, do Instituto TEA de Joinville, da Associação dos Deficientes Físicos de Joinville (Adej), da Associação de Amigos do Autista de Joinville (AMAJLLE), do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Comde) e do Conselho Municipal de Saúde.














