Culto termina com gritos após traição cometida por pastor em SC

Um culto realizado na Igreja Imagem e Semelhança, terminou em confusão neste domingo (30) após a divulgação de uma suposta traição envolvendo o líder religioso da congregação.

O episódio gerou repercussão nas redes sociais.

De acordo com vídeos divulgados, o pastor Ailton da Silva Novaes foi acusado de manter um relacionamento extraconjugal há três anos com outra mulher.

Fiéis também alegam que ele teria utilizado recursos da igreja para comprar um carro de luxo e custear viagens com a suposta amante.

A situação provocou tumulto entre os presentes, com gritos, correria e necessidade de intervenção da Polícia Militar.

Segundo a corporação, as guarnições foram acionadas para conter os ânimos.

Apesar da tentativa de controle, uma nova confusão teve início minutos depois, culminando em agressões físicas, inclusive envolvendo o pastor.

Durante o desentendimento, foi identificado um homem portando uma arma de fogo.

Ele alegou estar armado por motivos de segurança, em razão de ameaças direcionadas à sua esposa.

Após o ocorrido, o pastor Ailton e sua esposa, Cíntia, divulgaram um vídeo nas redes sociais.

No material, o religioso admite a traição, mas nega ter usado valores da igreja para a compra de veículo.

“Eu pequei, traí minha esposa e peço perdão à igreja. Em relação ao carro, comprei com recursos próprios e posso provar”, declarou.

Cíntia, por sua vez, afirmou ter perdoado o marido.

“Deus ministrou ao meu coração que eu deveria perdoá-lo. Todos nós temos falhas e, como igreja, sempre acolhemos quem errou”, disse emocionada.

Posicionamento da Igreja

Em nota oficial, a direção da Igreja Imagem e Semelhança repudiou as publicações que circularam nas redes sociais e classificou o conteúdo como “difamatório e sem base factual”.

O comunicado afirma que medidas judiciais estão sendo tomadas para responsabilizar os autores das divulgações.

A igreja também solicitou que os fiéis e a população em geral não compartilhem informações falsas, destacando que a disseminação de conteúdo difamatório pode gerar responsabilização legal.

Fonte Original | Segurança

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